Domingo, 15 de Novembro de 2015

Viagem Luanda Huambo…(ficcionada)

Luanda_Huambo(Ficcionada).jpg

Viagem Luanda Huambo…(DIVERTIDA) Ia eu a caminho do Huambo pela estrada fora… Ao volante da minha ‘princesinha’… Ela lá ia toda contente… E eu…lá ia porque tinha que ir… Nestas viagens e sozinho a gente pensa…Porque eu também penso… E, às tantas, dois porquinhos pretos atravessam a estrada que quase me fizeram parar…pra num os matar… Eles lá atravessavam a estrada…tac tac tac tac tac… (escrevi assim porque as unhas dos porquinhos faziam esse barulhinho na estrada…) é isso mesmo…pois é… Já viram dois porquinhos a atravessar a estrada? Pois se virem uma vez, vão ver que é assim que as unhas deles fazem o barulhinho… pois… E lá segui eu o meu caminho… Ali, parei no Dondo. Pedi um café e uma fatia daquele bolo que tava lá… É bom bolo, mas nem sei se era o mesmo que estava lá há uma semana atrás, mas se era o mesmo não faz mal porque até estava bom. E depois lá fui eu….Sempre a andar e a pensar… Pensava que estrada até ao Huambo é muito comprida, nunca mais acaba… Pois é mesmo… Compriiiiiidaaaaa… Tão comprida que demora 560km a chegar lá…ou melhor…demora umas 7 a 8 horas de comprimento… de comprimento não… de tempo… E depois desse tempo chegamos lá. Se não pararmos muitas vezes pelo caminho, como eu por vezes faço e demoro mais horas…Mas os quilómetros são os mesmos… Claro que são… A estrada não estica…é sempre a mesma…E neste tempo tem muito capim à volta, alto, muito alto… É giro ver… Eu gosto… E pronto… Depois ali à frente vi três camiões chineses parados na berma da estrada e carregados com madeira. Não sei para onde iam… Eles até estavam parados e assim parados não iam a lugar nenhum…Digo que eram chineses porque tavam uns seis chineses junto dos camiões… Sei que eram chineses porque eram pequenos. Os chineses são muito pequenos… mas são muitos… Pois são mesmo…. Se não acreditam, venham cá ver… São muitos mesmo… E até guiam camiões que eu já vi… Vi sim… Pela estrada fora… Mas aqueles estavam parados… Mas eu passei e segui. Estava calor nesse dia, mas eu nem liguei o ar condicionado da ‘princesinha’ porque não gosto muito. Abro a janela e pronto. Já faz vento e refresca. E até acendi um cigarro pra fumar… Tá bem…Faz mal… Mas eu gosto de fumar um cigarrito a conduzir. Sabem que não se deve andar muito depressa na estrada. Eu nem ando depressa… às vezes ando… Mas a Polícia controla a pressa das pessoas que vão a conduzir…E se acham que vão depressa demais passam multas ruins de pagar… Ruim, porque ninguém gosta de pagar multas... Eu num gosto nada. Num gosto e pronto… E tal…não gosto… Mas a Polícia tava ali na estrada… Eu vi, mas hoje não mandaram parar… Eu até nem ia depressa… E fiquei a pensar que, para os condutores abrandarem na estrada, em vez de polícia podiam ser meninas bonitas…de mini-saia. Acho que dava certo… é que eu, vi uma vez numa rua das Caldas da Raínha uma cena fixe que me deu esta ideia… A Menina, que até nem era tão menina assim, ia no passeio, de saltos altos e mini-saia…mini… o condutor chegava à passadeira e parou…mesmo antes da referida menina se prontificar para atravessar… Ela atravessou em segurança… E sorria… eu vi-a sorrir… Deve ter sido pra agradecer ao condutor solicito… Tão a ver como tenho razão?... Se fosse um policia que estivesse no passeio eu tenho a certeza que o gajo não parava e até podia atropelar o policia… Mas como era a menina de mini-saia, uma menina já na casa dos trinta anos, ele parou pra ver……Bem…quer dizer…pra ela atravessar em segurança… é isso…pois é…eu acho que foi… E dizia eu que… Se na berma da estrada em vez da polícia estivessem dessas meninas, os condutores reduziam a velocidade….e já não havia acidentes…eu acho que não… Que acham?... Mas até nem sei… é que uma vez, tava uma menina assim na berma e um condutor até parou, mas o que vinha atrás não parou.. E bateu no que parou… Bummmm…eu vi…e ouvi… Talvez o que vinha atrás quisesse passar à frente… Deve ter sido isso… Os gajos ficaram a discutir e as meninas que estavam na berma riram-se…. Nem sei onde tava a piada porque um acidente não é de rir… Mas até teve piada… E depois os governos até gastavam menos dinheiro com as fardas, é que não precisavam de tanto pano… Acho que era boa ideia… É que há crise de dinheiro nos governos e uma mini-saia custa menos a fazer que calças de uma farda… Tenho ou não tenho razão?... Depois apareceu a Quibala… E eu parei pra tomar um café ali no bar das bombas de abastecimento… Mas eu num ia abastecer porque ainda tinha combustível pra chegar ao Huambo…Tinha mesmo, que a minha ‘princesinha’ até nem gasta muito… Então eu entrei no bar e pedi um café à menina que estava do outro lado do balcão e sentada numa cadeira daquelas altas….e…e…ela tava de mini-saia… Bááááá….eu já nem sei se queria café…Ela olhou pra mim e puxou a saia pra baixo... Eu ri-me e disse-lhe que não adiantava puxar a saia, porque se ela a fez curta agora não ia crescer e eu não me importava que estivesse assim… É que não importava mesmo nada…nadinha… Ela tirou o café e serviu-me… Serviu-me o café… Bem entendido…ok?... Mas num gostei daquele café não… Num tava muito bom… E depois a chávena tava muito quente… (disseram-me uma vez que café em chávena quente, tira dois terços da potência masculina. Eu perguntei porquê. E responderam-me que é porque queima os dedos e a língua…) E riram-se de mim… Num vi onde tava a piada… Háááá…já sei… é que ficando com a língua queimada depois nem conseguimos comer direito…e se não comemos ficamos fracos…deve ser isso.. Pois é… talvez seja isso… é que já me aconteceu uma vez…Por isso não gosto de chávenas muito quentes… Eu tomei aquele café na chávena a queimar e fiquei com a mesma força… Tenho a certeza… Fui pró carro igualzinho e consegui por o motor a trabalhar e lá fui eu pela estrada fora… A pensar nisso… Num há razão nenhuma nessa coisa da chávena quente… Depois da Quibala tem um sítio que a estrada fica direitinha por ali fora até lá longe… Sempre direitiiiiiinhaaaa… E tem capim dos dois lados… E tinha uma menina parada na berma a pedir boleia… Essa menina parecia simpática… Tinha uns cadernos na mão e uma bata pendurada no braço… Ela devia ser médica… Porque tinha uma bata… E também tinha uma mini-saia… Era uma menina que devia ter uns vinte anos…penso eu… E eu parei pra dar boleia… Acham que não devia?... Mas ela coitadinha estava ali num sítio que não havia casas nenhumas e a estrada era comprida e direitinha até bem longe e tinha capim dos dois lados… Não a ia deixar ali sozinha… Acho que fiz uma boa ação… Ou não?... Fiz sim… Quando entrou no carro e se sentou no banco ao meu lado…. Uiiiiiiiii…. Sabem como é uma mini-saia quando a mulher se senta num carro?... Pois era assim mesmo… Daquelas mini-saias que só não mostram um bocadinho das pernas… Ufaaaaa… E eu fiquei preocupado porque ela devia estar a sentir-se mal… Mas eu disfarcei e nem olhei….pois…claro…sim…e tal…pois…bemmm…acho que olhei uma vez…ou foram duas….nem sei…. Uma vez disseram-me que a mini-saia é como cerca de arame…”cerca mas não tira a visão”… Se calhar tem razão… Quando ela entrou eu perguntei como se chamava. Só pra meter conversa… poiiiiis…poiiiisss foi…meter conversa…porque… devemos ser… agradáveis quando damos boleia…é isso…simmm…e tal… E ela disse-me que se chamava Genoveva… éééé pá!… Genoveva? Eu uma vez conheci uma Genoveva… Bem... Conhecer não conheci, era a personagem de um livro que li… O livro era “A GENOVEVA E AS AMIGAS”… Acho que era Genoveva… As amigas até lhe chamavam “madrinha” e viviam todas numa casa muito bonita… Sim….pois… E tal… Daquelas casas que são bonitas… Mas ia eu com a Genoveva no carro e ela sorria pra mim… E então eu perguntei. Que fazes Genoveva? E ela a rir disse. Faço tudo!... Aí eu afinei… Como pode ser? Eu sou um gajo que já faço muitas coisas… Ligo uns fios…aperto uns parafusos…e tal…e faço umas soldas…muitas coisas… Mas num faço tudo… Como pode uma menina tão nova fazer tudo?.... Hummmmm… Então eu perguntei… Tudo como?... Ela responde. Faço o que quiseres?.... Aí eu afinei mais ainda… Mas eu não quero que me faças nada, só quero saber o que fazes… Pensei que talvez não me tenha explicado bem ou ela não tenha entendido… E disse-lhe… Que fazes na vida? Se trabalhas na agricultura, se em casa, se num escritório…ou quê?... Ela sorriu…Porque ela sorria muito e eu gostei dela porque gosto de mulheres que sorriem… Ela disse que estudava… E eu disse… Há ok..tá bem.. Ya… E la seguíamos pela estrada fora dentro da ‘princesinha’… E não sei porquê, ou eu, tava distraído ou nem sei… As rodas da carrinha entraram num buraco bem grande, o carro deu dois pulos que parecia um cavalo bravo, a Genoveva saltou no banco e ficou meio de lado virada pra mim….a mini-saia ficou mais mini ainda… O cinto ajustou-se mais ao seu corpo e como o cinto passava pelo meio do peito…ficou com assim com dois….bem…sabem….é que até a blusa se abriu….e….e…é que….quase ficava assim…como…Como estava antes de apertar a blusa…pronto…e eu vi…ufaaaa….e a mini saia já só escondia um bocadinho do bocadinho das pernas…e mais nada….sim porque quase não se via nada….da saia…….via-se tudo…e…p..ppp…pppppooiiisss… Eu fiquei incomodado com aquilo tudo… A menina podia ter-se magoado…mas não, ela sorria pra mim…eu até suava….sim…simmm… suava…tava calor e de preocupação…sim…claro…porque um homem preocupa-se com estas coisas… E tal… não é? Pois… ela podia ser doutora e estava ali assim na frente de um homem sem o bocadinho das pernas escondido na mini-saia porque o salto do carro tinha provocado aquilo… E lá seguia eu muito direitinho atento à estrada a conduzir com cuidado…não houvesse mais buracos na estrada, porque então nem sabia o que podia acontecer… às tantas ela pergunta-me… Porque mexes nessa coisa comprida aí no meio… Uiiii…uiiii…ufaaaa….que pergunta… Fiquei paralisado sem saber o que dizer, até fiquei envergonhado… ufaaa… aiii…. aiiiiii…opa…que pergunta rapariga… Bem… é que nem sabia com havia de explicar aquilo?... Porque mexo nesta coisa assim pra trás e prá frente?... Sim! Disse ela… aiaaa….Como vou explicar isto…fogo…estas raparigas fazem cada pergunta? E fez outra pergunta… Como se chama isso?... Uiiii…ela nem sabe como se chama isto e agora como vou explicar?... Mas menina não sabes o que é isto?... Não… Disse ela… Isto é a alavanca de velocidades e eu mexo aqui pra andar mais depressa ou mais devagar…. E ela disse… Háááááá… E ficou assim com a boca…Assim como… quando comemos uma banana… Pois…é…ficou assim mesmo… E eu fiquei incomodado… Pois foi…e lá seguíamos caladinhos… E eu pra meter conversar perguntei. Onde vais ficar?... E ela disse… Ali à frente… Pois, ali à frente… E fomos sempre em frente… Mas onde é ali à frente? Perguntei eu… É ali à frente. Disse ela… Bem. Um dia quero conhecer “ali à frente”… Disse eu…. E ela riu-se… Ela gostava de rir… Penso eu de que… às tantas diz ela… É aqui!!!... Aqui? Perguntei eu… aqui o quê?... Era ali… disse ela… Mas era ali ou aqui?... Disse eu… Era ali que eu ficava. Disse ela… Mas não era ali à frente? Perguntei eu outra vez… Sim…mas agora é ali atrás… Disse ela e voltou a falar…Pare aqui… Parei e perguntei… Mas dizias que era ali à frente que ficavas e agora já é ali atrás?... Como ficamos?... Diz ela…Mas onde ficava já ficou ali atrás… Fico aqui… E ela saiu do carro… Fiquei confuso com aquilo… Pois ela dizia que ficava ali à frente, depois já dizia que era ali atrás… Não percebi nada… Mas também não faz mal… E eu fui embora pela estrada fora… Chegou o Waco Kungo e eu não parei pra tomar outro café… E fui embora sempre em direcção ao Huambo que ficava ainda a quase 200km… E lá estava outra menina a pedir boleia… Mas num parei… Esta até nem estava de saia nem nada e se calhar também queria ir ali prá frente, mas ali prá frente já tinha ficado ali pra trás e eu não estava com vontade de ir pra trás e então fui em frente sem parar… E eu olhava a paisagem que via a passar… É uma paisagem bonita de se ver. Aparecia uma montanha de pedra enorme que parece que vamos de encontro aquelas rochas, mas a estrada vira um pouco à esquerda e passamos ao lado dessas rochas enormes, depois passo pelo sítio que tem uns eucaliptos. É o único sítio em África que eu conheço eucaliptos… Tá bem… Pode haver mais sítios em África que tenham eucaliptos, mas eu só conheço este sítio com eucaliptos. Eu passo sempre e lá vou eu… A paisagem abre-se linda com a savana até perder de vista e algumas aldeias espalhadas pela savana. O capim está verde e alto nesta altura do ano, balança ao passar dos carros e camiões quando passamos rasando o capim que ladeia a estrada. Ali vejo um rebanho de cabras e um cão que acompanha o rebanho... Mas que cão… eu acho que nunca tinha visto um cão assim… Mas que cão…nem imaginam o cão que ali estava… Era um cão…bem…eu disse pra comigo que nuca tinha visto um cão assim…era um cão muito magrinho… Parecia um cão ranhoso… e lá fui eu sem parar pela estrada que atravessa a savana de Angola e eu até gosto de fazer esta viagem… E já a fiz várias vezes… Não sei se sabem mas já fiz sim… E às tantas vejo um camião deitado na berma da estrada…Ali deitadinho no taludo da berma… Eu pensei pra mim… Será que o camião estava com sono?... E pensava que só queria que a minha “joaninha” nunca tivesse sono nestas viagens e se deitasse na berma… E continuei guiando com cuidado… Já depois do Alto Hama passo uma curva a estrada começa a descer e a Polícia está lá… E manda-me parar. Eu até ia devagar… Não tiveram sorte porque eu conduzia com calma ali naquele sítio… - Sr. Condutor, está tudo em ordem? Perguntou o Agente. - Sim Sr. Agente. Tudo bem. - O Sr. De onde vem? - Venho de Luanda Sr. Agente. - E vem sozinho? Olhe qu enão é conveniente fazer estas viagens sozinho. - Eu sei Sr. Agente, mas teve que ser assim. - Olhe Sr. Condutor, hoje está muito calor. - Eu sei Sr. Agente…..(ele nem imaginava o ‘calor’ que eu tinha tido alguns quilómetros atrás perto da Quibala… Ufaaaa que calor eu tive…) - O Sr. Condutor não tem aí nada para matar a sede? - Tenho aqui duas garrafas de água… O Agente da autoridade aceitou e agradeceu e eu lá fui pensando que aquele dia tinha sido muito quente… Dali até ao Huambo a estrada já era mais curtinha… A ali já via a Pedra da Cuca ao longe, mas não muito longe… Passei o cruzamento que dá para o Bailundo e pensei que amanhã tinha que ir por aquela estrada fora até perto da Calucinga… Passei a Chipipa e lá fui eu cantarolando conjuntamente com o José Cid a canção “Rochedo”… Eu gosto dessa canção e pronto, canto também... Mas num peçam pra cantar que eu canto mal…ok? Depois não parei na Cuca, hoje não parei e fui direto ao Huambo, Já eram quase 16 horas e eu tava com sede, nem sei se era do calor que tive na Quibala ou do calor do sol… Mas tava com sede e fui tomar uma bebida no RH no Huambo… E pensei que ia ficar ali até à hora do jantar… Fiquei sentado na esplanada a ver as pessoas a passar nas ruas. Ali chamam ou chamavam o Himalaia… e eu fiquei a tentar sentir o que as pessoas que ali viveram noutros tempos sentiam naquela esplanada… Porque me disseram uma vez que ali mesmo naquele sítio havia uma esplanada… Fiquei ali e pronto… Já estava um copo de cerveja CUCA na minha frente e eu pensei que quase via as pessoas que noutro tempo ali vinham tomar uma ou duas cervejas… Devia ser bom… E eu até estava bem… Fechei os olhos e parece que via tantas pessoas que conheço…(aqui do face…) a passar pelas ruas… Os estudantes no fim das aulas com risos e brincadeiras… As estudantes que já se iam aventurando num namorisco ou até fumando um cigarrito às escondidas… Os moços mais espigados que passavam com as suas motos ou os seus carros vistosos e paravam para dar boleia às meninas ou até só para meter conversa… Os senhores que vinham no fim do dia de trabalho relaxar no jardim da alta e conversar com os amigos… As Senhoras que vinham do trabalho ou dos seus afazeres e se encaminhavam para casa entre conversas com as amigas. E eu ali sentado com os olhos fechados via isto tudo… Chegou a noite e eu jantei ali na esplanada… Pensei que houve dias em que no Huambo as pessoas viviam bem… E agora no final quero dizer… Obs: Qualquer coincidência com a ficção é realidade…. NÃO… Qualquer realidade com a ficção é…… NÃO… Qualquer ficção com a realidade é …. NÃO…. Como se diz?.... Qualquer…hummm…coincidência com a ficção…. NÃO…. Aiiiii… já num sei…. ……..Qualquer semelhança com ficção é realidade……… NÃO………… Háááá… Já sei!!!.... Observação: Isto é uma história de ficção! Qualquer semelhança com realidade é pura coincidência!

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Publicado por Palavras Soltas às 13:40
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